Em O Cavaleiro Negro – Arco I: Alma, acompanhamos o início da jornada de Malakias Durk, o sexto filho de um nascimento impossível, marcado pelo elemento que ninguém deseja carregar: as trevas. Morto ainda criança e devolvido à vida por um pacto que jamais deveria existir, Malakias cresce à margem — da família, da fé, e até de si mesmo.
Ambientado em uma Arton familiar e, ao mesmo tempo, estranhamente diferente, o livro apresenta um mundo moldado por escolhas antigas, onde heróis envelheceram, deuses caminham entre mortais e o passado nunca fica realmente para trás. Entre laços familiares, amizades silenciosas e horrores que espreitam fora do campo de visão, Malakias precisa aprender a sobreviver ao próprio poder antes que ele devore tudo o que ama.
Este primeiro arco é uma história de origem — não de um herói reluzente, mas de alguém que aprende, à força, que viver é carregar correntes… e ainda assim caminhar. Uma fantasia sombria, intimista e trágica, onde o maior inimigo não vem de fora, mas cresce junto com o protagonista.